Anti Crise Portugal

Dicas para ultrapassar a crise

Archive for the ‘Economia doméstica’ Category

Mistura para pão

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Até dia 13, misturas para pão do LIDL a 99 cêntimos/quilo. De aproveitar!

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Written by karla

Abril 8, 2011 at 8:34 am

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Se calhar, muit@as de nós já praticam quase tudo, mas relembrar ainda não paga imposto.

http://www.ionline.pt/conteudo/87360-comprar-saiba-como-fazer-do-verbo-o-seu-melhor-aliado

Written by flores100

Novembro 9, 2010 at 1:34 pm

O stress da poupança

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Com esta conversa toda à volta da ideia de que temos de poupar, eu e o meu marido começamos a adoptar novas formas de comportamento, que para alguns, se calhar, já são hábitos, não de sobrevivência mas de cidadão do século XXI, o século das energias renováveis (supostamente…).
Ficam aqui algumas dicas, provavelmente já conhecidas e utilizadas por alguns, mas de certeza que há aí malta, como nós, que nunca pensou muito no assunto:

– garrafas cheias de água no depósito do autoclismo – objectivo: reduzir a quantidade de água das descargas, mesmo com dois depósitos, para dois tipos de descargas diferentes, há sempre muito desperdiçado…

– baldes de água, vazios, nas wc – objectivo: aproveitar a água fria dos banhos, enquanto não vem a quente, no nosso caso resulta muito bem , pois a wc do nosso quarto é muito distante da caldeira (temos painéis solares 🙂 ), enquanto não vem água quentinha, encho um balde de 5 litros de água fria… topam a ideia?? Com a água que poupei, rego as flores, despejo-a na sanita, em vez de utilizar o autoclismo, lavo o chão, serve, portanto, para o que for preciso.

– água dos desumidificadores – objectivo: reutilizá-la, e como? Segundo me disseram, essa água é quase como “destilada”, ou seja, quem utiliza desumidificadores (nós temos 2 24h/24h por dia, vivemos numa zona realmente húmida…) pode reutilizar a água que é retirada da atmosfera doméstica utilizando-a nos ferros a vapor ou de caldeira! Se alguém tem uma opinião contrária, please, digam, pois não sei se é realmente assim… já várias donas-de-casa-profissionais me falaram deste assunto.

– LCDs, plasmas ou LEDS como iluminação da sala/quarto – objectivo: poupar electricidade. Quando só existiam as “televisões antigas”, era necessário uma fonte de iluminação que suportasse a agressiva iluminação das mesmas… mas agora com os modernos sistemas que quase todos nós temos em casa, quando vemos tv não precisamos de qualquer outra fonte de iluminação, pois estes novos ecrãs, para além de serem maiores, irradiam muita luz, a suficiente para conseguirmos ver tudo à nossa volta. Claro que não dá para ler um romance com esta iluminação, mas quem vê tv, não lê romances ao mesmo tempo… daí um candeeirito, de pé ou de mesa, com uma lâmpada económica, para iluminar aquilo que, realmente deve ser iluminado (este é o meu próximo passo, a compra do dito candeeiro!).

– um mealheiro – objectivo: ter pézinho de meia. Este objectivo não é meu, foi retirado de um blog cujo link encontra-se aqui ao lado na barrinha… favor aceder “Economia lá de casa” 🙂

E pronto… até agora não descobrimos mais formas básicas de poupar alguma coisa… assim que o nosso estado actual de “economistas poupados” desenvolver mais alguma ideia, mesmo que para alguns já seja um hábito, virei aqui desenvolver!

Written by taniacamilo

Outubro 28, 2010 at 9:56 am

Publicado em Economia doméstica

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Poupar na cozinha #1 – fazer ementas

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Todas as sextas-feiras faço a ementa para a semana seguinte, tendo em conta as promoções de fim-de-semana dos sítios onde costumo ir às compras. Tento sempre que os nossos jantares (para 6 pessoas + almoço de 2 do dia seguinte), e não contabilizando o gasto de gás/luz, não ultrapassem os 6 a 7 euros no total, pelo que partilhar o que faço, se for para ajudar, será serviço público (mesmo que isso me dê trabalho 🙂 ). Todas as refeições incluem sopa de legumes (que não coloco na ementa porque faço/a minha mãe faz, em quantidades industriais e vai dando para 2/3 dias) e fruta.
A ementa tem quatro jantares, porque às 3ªas feiras jantamos em casa da minha mãe e ao fds dou-me ao luxo de improvisar sem cronómetro (mas mantendo os mesmos limites financeiro…). Alterno sempre a carne/peixe/refeição vegetariana com o que os miúdos comem nas escolas ao almoço (nos casos em que não coincide, rejo-me pela regra da maioria, claro).
Aqui vai a primeira:
2ª feira – carapaus à moda de Sesimbra (carapau médio a 2.4€/Kg, em média). Receita no www.gastronomias.com
3ª feira – tcharan! Não cozinho
4ª feira – feijoada de marisco (pacote de cocktail de marisco congelado, 750 g, por cerca de 3,5€ no minipreço). Uso pacote e meio e feijão de lata (cerca de 0.60€)
5ª feira – migas com carne de porco (porco para rojões a cerca de 2,70€/Kg). Não acrescento as ameijoas, claro.
6ª feira – tagliatelle de pescada

Se pedirem muito, ainda sou gaja para enviar as receitas.

Written by Rita

Outubro 22, 2010 at 9:37 pm

Compras de supermercado

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A crise começou cá em casa há cerca de 3 anos, quando engravidei do 3º filho e decidi despedir-me. O orçamento foi reduzido para quase metade e nessa altura, mesmo sendo uma pessoa relativamente poupada até então, investiguei várias formas de poupar nas compras de supermercado.

Os dois sítios onde faço compras e que são efectivamente os mais baratos, são o Minipreço e o Recheio. Este último é cash & carry e tenho acesso a ele através da APFN, por sermos família numerosa. Para quem não seja sócio e tem 3 ou mais filhos, recomendo a inscrição (a quota anual de 35€ é creditada em compras na primeira factura de 250€ ou mais). Para quem tenha empresas ou acesso a um número de contribuinte empresarial, vale a pena o registo e a deslocação. O Recheio pertence ao Grupo Jerónimo Martins e tem todos os artigos da tradicional marca Pingo Doce ainda mais baratos, juntamente com todas as outras marcas.

Para se ter uma ideia, a primeira vez que fiz compras, dei-me ao trabalho de fazer uma comparação se as tivesse antes feito no Pingo Doce e a diferença, em 70€ de compras, é que teria pago 90€.

Nota: ao contrário de outros cash & carry, o Recheio não obriga a compra mínima de unidades. Isto simplifica bastante no acto da compra, como tenho um mesmo ao pé de casa evito gastar grandes somas de dinheiro e compro sempre que me vai fazendo falta.

Written by anarutecavaco

Outubro 21, 2010 at 10:02 am

Renegociar é uma opção

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Acabei agora mesmo de renegociar o meu tarifário de telemóvel e achei que esta era um boa dica para deixar aqui. Com apenas quinze minutos de conversa e a possibilidade de perderem um cliente para a concorrência, apresentaram-me uma solução que me permite poupar quinze euros mensalmente durante os próximos seis meses. E daqui a seis meses, o que é que fazes? Volto a consultar os diferentes operadores e respectivos tarifários e logo se vê.

No início do ano fiz o mesmo com o operador de televisão+telefone+internet e acabei a beneficiar de uma redução de quase trinta euros na tarifa durante 12 meses. Como eles mexem nos pacotes quer a nível de preço quer a nível de oferta mais do que uma vez no ano actualmente a poupança já não é assim tão expressiva mas, quando terminar o prazo de fidelização contratado, é só repetir a análise e escolher a que mais nos convém novamente (e provavelmente nem sequer é necessário mudar de operadora).

É tudo uma questão de estarmos atentos, de falar com as prestadoras de serviços e de usarmos o seu marketing e o das suas concorrentes a nosso favor pelo menos uma vez que seja. O que importa é que ao fazermos o telefonema tenhamos na mão informação que justifique o nosso pedido de reavaliação e não desistir.

Até nos bancos (como falaram muito bem num comentário ao post anterior) podemos renegociar as condições das nossas contas, e, por experiência própria, nos dias que correm é-nos mais benéfico ter um bom gestor de conta que antiguidade em qualquer banco.

Written by Sandra Costa

Outubro 20, 2010 at 12:11 pm

No supermercado

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Encontrei mais um blog útil para as nossas carteiras 🙂
tem a ver, neste caso concreto, com as idas ao supermercado, que estão idealizados para que o cliente entre e esbanje… É sempre um drama a ida ao supermercado, especialmente quando é o início do mês e a conta do banco ainda tem os restos que sobraram dos pagamentos das contas habituais… Nunca saio do supermercado (hiper) sem um carrinho, sem um boneco, sem qualquer coisa que os putos pediram, e, coitadinhos, eles não têm culpa da crise… há coisas que é impossível negar… uma “lembrancinha” do hiper não mata, mas ajuda a empobrecer…
De qualquer forma, aqui fica o link com muito daquilo que já sabemos, mas que se calhar nem sempre fazemos… e para mim a regra n.º 1 é: não levar filhos… comprar a “lembrancinha”, mas sem os ter por perto, se não a “lembrancinha” sairá cara…

Written by taniacamilo

Outubro 18, 2010 at 11:44 am

Publicado em Economia doméstica

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