Anti Crise Portugal

Dicas para ultrapassar a crise

As auto-estradas e os identificadores

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Primeiro – os monovolumes que, sem identificador pagam classe 2, com identificador pagam classe 1. É um facto.
Segundo – fugir das SCUT: Não sei se compensa tirarmo-nos de caminhos e metermo-nos em atalhos. O que se gasta em tempo e combustível dava para a portagem, digo eu, que nos dias úteis só percorro ruas e vielas. Mas o que vale mesmo a pena é o, de nome ridículo, pedido de discriminação positiva (são os descontos nas portagens de SCUT, nas dez primeiras passagens, num perímetro X da residência). Para pedir a discriminação é obrigatório ter dispositivo electrónico (via verde ou o outro). Para pedir os descontos pode ir-se a uma loja ViaVerde, ligar para o Apoio ao Cliente – 707 500 900 ou fazer o pedido na net, na Área Reservada a Clientes. Depois do registo, escolher o separador “SCUT discriminação positiva” e, na opção “novo pedido” (está muito escondidinha, esta opção… Na barra horizontal verde clara, no cabeçalho) preenchem-se os dados solicitados. (O “número de quadro” – encontra-se no livrete/documento único). Depois restam 60 dias para entregar cópia de documentos numa loja Via Verde ou enviar pelo correio. 48 horas após o pedido já se tem direito aos descontos.

Written by Rita

Novembro 9, 2010 às 11:44 am

2 Respostas

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  1. só umas achegas: são 10 isenções por mês por autoestrada, sendo que uma viagem = uma isenção. a viagem é a passagem pelos pórticos de uma autoestrada no tempo estimado de acordo com a velocidade medida. ou seja, se eu entrar no ponto X e sair no ponto Y passando por três pórticos, é uma viagem. se eu entrar e sair várias vezes da mesma auto-estrada, fazendo desvios pelo caminho (demorando mais do que seria expectável a passar pelos vários pórticos) conta como várias viagens.
    a partir do momento que as 10 isenções são gastas, passa-se a ter um desconto de 15% no valor da portagem.

    e quando a não valer a pena ir por atalhos – dependerá muito do valor dos pórticos (alguns são demasiado caros para os kms que se usufrui em auto-estrada) e da qualidade (ou falta dela) dos caminhos alternativos.

    sandrabnoronha

    Novembro 9, 2010 at 1:56 pm


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