Poupança mensal fixa- dica óbvia mas pode ser que ajude na mesma
Olá a todos!
Esta dica se calhar já toda a gente põe em prática e eu é que sou lenta, mas como às vezes me escapa o óbvio, pode ser que haja mais malta como eu a quem esta dica ajude qualquer coisinha. 🙂
Pois que sempre fui moça poupada, habituada pelas circunstâncias da vida, a contar apenas comigo e com o fruto do meu labor, portanto sempre tive um pézito de meia num depósitozito a prazo e lá ía reforçando sempre que me dava na telha.
Pois que, no início deste ano, acabei finalmente de pagar o meu rico bolinhas (que já está quase nos 8 aninhos e eu espero bem que dure outros tantos, se bem que sendo da FIAT não tenho muita esperança, mas adiante! :-P), e em olhando para aquela mensalidade que me saía todos os meses da conta pensei: “Há anos que ando aqui a gerir a minha vidinha sem este dinheiro, por que não continuar?”.
E assim fiz! A mesmíssima quantia passou a ser transferida (automáticamente!) para contas a prazo, dividida em três partes: um terço para uma poupança minha, um terço para a poupança da minha “mai” velha e o outro terço para a poupança do “mai” novo.
Porque uma pessoa, por muito ajuizada que seja, quanto mais dinheiro tem “no bolso” mais gasta. Distrai-se, engana-se a si própria, sei lá, é um mecanismo qualquer que se nos destrambelha 😛 e lá vão os euros escorreitos porta fora. Mas se a malta se auto-limitar, retirando uma percentagem do salário para a poupança mal o recebe, já não há cá tentações.
Espero ter ajudado com esta dica e…. boas poupanças! 😉
Tirando a parte da “minha mai velha” e do “meu mai novo” ca por casa tb fazemos parecido
cgmatias
Setembro 30, 2010 at 4:02 pm
Eu costumava usar um mealheiro de barro, comprado na feira – mas essa ideia é melhor, lá isso é 🙂
Vitriólica
Setembro 30, 2010 at 4:04 pm
Uma perguntinha só. Essas poupanças são daquelas em que não se pode mexer a menos que se esteja às portas da morte, ou de preferência do lado de lá? É que isso faz-me um bocado de espécie… numa altura em que de um momento para o outro podemos precisar efectivamente do dinheiro, tê-lo “trancado” a sete chaves não sei se será a melhor ideia…
(não desfazendo na dica, atenção, é mesmo só para despertar aqui o debate)
karla
Setembro 30, 2010 at 4:06 pm
tens vários “modelos” de depósitos a prazo e podes escolher o que mais te convier.
pelo que me explicaram, esses que ficam “trancados” dão mais juros (claro, o banco tem a garantia que não o tiras antes do prazo e, se o fizeres, não te paga nada!), mas também não admitem reforços, ou seja, não podes aumentar o valor do depósito depois de o abrires.
estas contas poupança para onde vai esta “mensalidade” dão juros mais baixos mas permitem que movimentes a conta como bem entenderes quando bem entenderes.
o que eu ando a fazer de há uns tempos para cá é constituir, de tempos a tempos, depósitos a prazo dos tais “trancados” com parte do que vou amealhando nestas poupanças “móveis”.
claro que se investisse em fundos ou acções podia ganhar mais mas eu sou muito medricas nestas coisas… :-S
espero ter esclarecido 🙂
sandrabnoronha
Setembro 30, 2010 at 4:11 pm
O nosso eh uma conta de depositos a prazo normal.
Temos PPRs que eh desse genero, mas por exemplo, em situacao de desemprego podes mexer no dinheiro. Fizemos esse produto por causa dos beneficios fiscais.
cgmatias
Setembro 30, 2010 at 4:19 pm
fazemos igualzinho 🙂 [ou melhor, quase porque o dinheiro que poupamos assim fica numa conta única :p]
Sandra Costa
Setembro 30, 2010 at 4:13 pm
karla, a nossa poupança para as miúdas está trancada para elas quando forem maiores. mas há éne modalidades (mm sem ter filhos associados a elas) com prazos de 5 ou 10 ou trocó passo anos para, a cada etapa, decidires se pegas ou acumulas mais…
pal
Setembro 30, 2010 at 9:58 pm